Apolo, o deus-vidente


Apolo tornou-se o arquétipo do deus-vidente, pois logo ao nascer gritou: «Deem-me a lira e o meu arco curvo, anunciarei aos homens a inflexível vontade de Zeus».  Apolo era consultado como oráculo especialmente em Delfos, o mais célebre da antiguidade, mas também em Delos, Patara ou ainda em Claros, um dos mais conhecidos e que teve como adivinho o célebre Mopso.

Texto de Bira Câmara, extraído do livro “Oráculos, Adivinhação e Profecias na Antiguidade”

Summanus, o deus esquecido


Nas religiões dos vários povos da antiguidade muitos deuses caíram no esquecimento e alguns são lembrados apenas em notas de rodapé nos compêndios de mitologia e história antiga. Este é o caso de Summanus, o deus etrusco do raio, que acabou eclipsado por Júpiter.

Texto de Bira Câmara

Johannes Trithemius e a arte da comunicação com os Anjos

A obra de Trithemius teve influên­cia considerável nos primeiros textos sobre magia no Renasci­mento, particularmente em Paracelso, de quem foi mestre, e Corné­lio Agrippa.

Rodolfo II, o imperador alquimista

Como Juliano e Frederico II, o imperador Rodolfo vivia cercado de astrólogos, adivinhos, magos e feiticeiros. Acolheu em sua corte Giordano Bruno, John Dee, Tycho Brahe e Kepler, entre outros.


Texto de Bira Câmara


A religiões de mistério

Etimologia do termo «mistério», religião mística — Orfeu, «o pai dos mistérios» — A concepção do pecado original, um mito arcaico — Religiões de mistério se originaram dos antigos cultos da fertilidade — Os mistérios de Elêusis, da Samotrácia, de Dionísio, mistérios órficos — Cultos de origem oriental, mistérios de Adônis, de Átis e de Cibele, de Ísis e Osíris, de Mitras — Sobre as razões do juramento de segredo.

Capítulo XVIII do livro Oráculos. Profecias e Adivinhação na Antiguidade, de Bira Câmara

VIDEOS ASTROANEDOTÁRIO


Episódios anedóticos e "causos" da história da Astrologia, extraídos do livro "Astroanedotário" de Bira Câmara.

Vril, o poder da Raça Futura

Lord Edward George Bulwer-Lytton (1803-1873) é conhecido pelo público brasileiro como o autor de “Os Últimos Dias de Pompéia” (1834), um grande clássico da literatura inglesa e, sobretudo, pelo romance ocultista “Zanoni” (1842), que teve incontáveis reedições no Brasil. 

Texto de Bira Câmara

O conto da Serpente Verde, de Goethe

Seria o conto da Serpente Verde um puro jogo da fantasia? Uma parábola alquímica sobre o processo de iniciação hermética? Ou simples alegoria política e histórica de que Goethe serviu-se para registrar sua posição diante da Revolução Francesa e os seus efeitos? 
Texto de Bira Câmara


Goethe e as Afinidades Astrológicas


Goethe (1749-1832), além de escritor genial tam­bém se dedicou a estudos alquímicos e se inte­ressou pela astrologia. Pesquisou o momento exato do seu nascimento e levantou horóscopos com o propósito de compará-los com o seu. Assim, registrou a coincidência entre sua casa solar (o signo de Virgem) e a casa lunar de Chris­tiane Vulpius, a mais importante de suas amantes...

Goethe-Wirth


Trecho do prefácio de Albert Lantoine para a 1ª edição da tradução francesa do Conto da Serpente Verde



Paracelso, alquimista, astrólogo e profeta


Paracelso, Barão Teofrasto Bombast von Hohenheim, nasceu em 1493 em Einsiedeln, perto de Zurique, e morreu em 1541 em Salzburg. Médico, aventureiro, mago e alquimista, dominou quase todo o conhecimento da época em que viveu. 




A magia astral de Marsilo Ficino


Marsilo Ficino (1433-1499), médico e sacerdote nascido em Florença, foi o primeiro tradutor europeu de Platão, tarefa que executou a pedido de Cosimo de Medici (1389-1464). 



A síntese hermética de Pico


Pico de la Mirandola (1463-1494), sábio italiano contemporâneo de Ficino, foi influenciado por suas idéias e acabou propondo uma síntese entre a magia naturalis e a cabala. Estudioso do hebraico, quando ainda tinha vinte e quatro anos de idade empreendeu a síntese total de todos os conhecimentos de sua época. 



Raymond Lulle

Escritor, astrólogo e alquimista nascido na Catalunha, Raymond Lulle (1232-1315), cognominado “O Iluminado”, escreveu um dos textos mais curiosos do período escolástico, “Ars Magna” (Arte Magna). É uma das figuras mais românticas do ocultismo do século XIII, cuja fama desafia o tempo.